quinta-feira, 14 de setembro de 2017

CHÁ DE FERRADURA VELHA


Ferradura velha era lavada e bem lavada. Depois, colocada numa panela cheia de água. Fervia por algum tempo e era tomado um copo dessa água antes das refeições. Uma crença ou um medicamento?


Este relato consta do livro da escritora Rosemary Penido de Alvarenga, em Morro Escuro, 1990, Gráfica Editora Dom Bosco, Itabira/Mg, 1990.

No início do século XX, as condições de vida e saúde eram precárias no interior do Brasil e também em Minas Gerais. Nada de medicamentos. As famílias recorriam a diversas formas para aliviar o sofrimento da dor e prevenção de doenças. A opilação, a anemia era constante. As crenças e os costumes dos antepassados eram determinantes. As receitas  de curandeiros, a benzeção e as ervas medicinais sempre que  possível. As hortaliças e as frutas eram cultivadas, mas não se imaginava que elas poderiam ser as verdadeiras fontes de energia. Havia recomendação quanto a chás de determinadas plantas medicinais, cujas receitas passavam pela tradição oral.

Com os pés descalços, as crianças e os adultos eram vítimas de verminose, barriga grande, palidez ou “marelão”. Não se pode ironizar esses costumes medicamentosos porque eram os que nos salvavam da vida primitiva.

O que é anemia – Anemia é um baixo nível de hemoglobina no sangue devido a pouca quantidade de células vermelhas ou a pouca quantidade de hemoglobina em cada célula. Ela atinge uma parcela considerável da população tendo uma grande repercussão na qualidade de vida.

O aumento do risco para diversas doenças infecciosas tem relação com a redução da resistência imunológica gerada pela anemia. E aqui as mulheres estão mais sujeitas porque correm maiores riscos de deficiência de Ferro devido à perda de sangue durante o ciclo menstrual.

Os sinais e sintomas da carência de Ferro não são específicos, necessitando-se de exames laboratoriais. Os principais sinais e sintomas são: fadiga generalizada, falta de apetite, palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas), menor disposição para o trabalho.

Como fazer exames laboratoriais em 1910 num sítio ou fazendinha ou rancho perdidos nas vastas montanhas desse Brasil afora. Salva-se quem tiver mais imaginação. Por isso, estamos aqui. Uma crença ou um medicamento preventivo? 


Referência
"Morro Escuro", de Rosemary Penido Alvarenga.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

LA FONTAINE


Formiguinha estava muito cansada
Depois de um dia de trabalho duro
E viu , deslumbrada, do alto do muro
A casa da cigarra iluminada.

Tantas malas amarradas com fitas
- Estou em turnê, contratada, querida.
Pela Europa, deslumbrante e encantada
Nos salões de Paris, pelas conquistas.

Por tudo quanto de belo que eu fiz
Descobriram todo o meu esplendor
Notre Dame, Sacré Coeur ou matriz.

Que lembrancinha queres, meu amor?
- Vendo um tal de La Fontaine, em Paris,
Mate-o logo, pois é um farsante escritor.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

MORINGA OLEIFERA - UM SUPERMERCADO NUMA ÁRVORE


Moringa, a árvore mágica. Suas folhas verdes contêm mais cálcio que o leite de vaca e mais ferro que o espinafre



Moringa oleifera é uma planta da família Moringaceae, mais conhecidas simplesmente por moringas. As folhas e vagens são utilizadas na alimentação humana. A árvore em si não é muito robusta, mas desenvolve ramos que crescem até cerca de 10 m de comprimento, podendo a planta alcançar 12 metros de altura. Sua principal riqueza está no altíssimo valor nutricional das suas folhas e frutos. Considerada como uma panaceia para muitos males – de tratamento da malária a dores de estômago – e um alimento com alto valor nutritivo e com uma excelente composição de proteínas, vitaminas e sais minerais, a moringa é uma daquelas árvore que todos habitantes dos trópicos deveriam ter no quintal de casa. Das 14 espécies identificadas, duas são as mais populares. Nativa das encostas do Himalaia, a Moringa oleifera foi reconhecida pela medicina ayurvédica como uma importante erva medicinal há quatro mil anos. A planta indiana acabou sendo disseminada por todo o mundo e chegou até o Brasil.


A farmácia
Esta planta é considerada por botânicos e biólogos, um milagre da natureza. Uma esperança para o combate da fome no mundo. As folhas de Moringa oleifera tem todos os aminoácidos essenciais, gorduras benéficas e óleos ômega. Ricas de cálcio, ferro e muitos outros minerais vitais, bem como uma grande variedade e grandes quantidades de vitaminas, antioxidantes e sustâncias anti-inflamatórias, mas muito poucas calorias anexadas.  É uma ótima forma para obter os nutrientes e vitaminas necessárias para o dia a dia, ajuda na digestão, reduz o colesterol, ajuda a controlar os níveis de glicose, acelera o metabolismo, ajuda na anemia e fornece energia.


A moringa oferece ainda mais um presente às comunidades rurais.
Tanto as sementes da espécie etíope (Moringa stenopatala) como da asiática (Moringa oleífera) possuem as mesmas características de decantar a água. Pesquisadores do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Minas Gerais comprovaram, em testes de laboratório, que as sementes da moringa asiática conseguem remover 99% da turbidez da água.


Onde cresce
A moringa é originária do norte da Índia, Etiópia, Filipinas e Sudão, embora esteja presente em vários países tropicais e subtropicais. A planta se cultiva na África, Ásia tropical, América Latina e Caribe, Flórida e ilhas do Pacífico. A espécie com maior valor econômico, cresce na região do Himalaia, mas se cultiva extensamente nos trópicos. À medida que se sabe mais sobre seus múltiplos usos, maior é a importância que tem no desenvolvimento de muitas áreas pobres de países em desenvolvimento. Em alguns lugares a planta é conhecida como moringueiro e quiabo-de-quina. Na África, também é chamada de "melhor amiga da mamãe".

Riscos
É preciso ter moderação no consumo da planta, pois entre seus efeitos secundários estão perda de sono, excesso de glóbulos vermelhos e acidez. Tem sido utilizada há anos para combater a desnutrição em países pobres. O problema é que agora as pessoas querem usá-la de forma indiscriminada, porque pensam que é inofensiva. Como diz um ditado popular “ a diferença entre o remédio e o veneno é simplesmente a dose”. Não se deve usar usa-la indiscriminadamente, assim como a nenhuma outra planta.
Obs.: As folhinhas da Moringa oleífera não são recomendadas sem autorização e acompanhamento médico para quem tem problemas na tireoide ou qualquer outro causado pela ingestão de iodo.
Com todos esses atributos, não é difícil considerar a moringa como uma das plantas mais generosas do planeta. Por isso, várias ONGs de desenvolvimento humano que combatem a pobreza e a fome a chamam de “super planta”, “árvore milagrosa” ou “folha que salva vidas”.


ONDE ADQUIRIR?


Para saber mais clique aqui


terça-feira, 5 de setembro de 2017

RÉQUIEM = ESTADO DE MINAS GERAIS

Presidentes deste país, tantos quantos há vinte anos, nada fizeram ou olharam sequer para o segundo maior estado da Federação.


Estado libertário! O Brasil tem 500 anos mas Minas Gerais apenas 300. Serviu ouro em bandeja para portugueses e paulistas, que se digladiaram para ver quem carregava mais. E os governadores vinham da Corte. A soberba corte que carregou o que quis, com toda autonomia. Terra de ninguém. Não existiam ainda os mineiros caracterizados. E os paulistas ainda pensam, hoje, que a Guerra dos Emboabas foi feita por mineiros. Ainda cobram o Capão da Traição. E a Guerra Civil Brasileira de 1932? Também o estado foi vítima. Simplificando – toneladas de ouro foram carregadas, no século XVIII de Ouro Preto, até para a Inglaterra, via Portugal. Ficou o quê para Minas Gerais? Buracos, pobrezas e igrejas velhas e dispendiosas. Mais, - ficou ancorado o sentimento de submissão e medo.
Por que e o que significa essa má-vontade generalizada contra o desenvolvimento deste estado? Não há razão. Ainda culpam o estado pela Tropa que desceu de Juiz de Fora no em 31 de março de 1964. Ou ainda fazem cobranças por JK ter construído Brasilia e inaugurado a Nova Capital da República em 21 de abril de 1960.
Não há necessidade de ridicularizar Tiradentes, enforcado e esquartejado a machado em praça pública no centro da cidade do Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1792. Não há necessidade de omitir Felipe dos Santos, esquartejado ao ser amarrado em quatro cavalos, em disparada na frente do povo. Tantos vem pagando, até Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves. Omissão total ao ex-presidente, Itamar Franco, quem implantou o Plano Real.
Belo Horizonte, a capital do estado, foi planejada e construída com o suor do povo mineiro, em menos de quatro anos e inaugurada no dia 12 de dezembro de 1897, sem a menor colaboração do governo federal. Hoje, sem carnavais nem olimpíadas.
Omitir ou desprezar Minas Gerais é um ato de pura covardia. Presidentes deste país, tantos quantos há vinte anos, nada fizeram ou olharam para o segundo maior estado da Federação. Hoje, ainda desviam o olhar. Sem fazer relatórios – há 20 anos existe uma linha de metrô para o Barreiro (segunda região mais movimentada de Belo Horizonte), pronta e sem finalização. O sistema viário é mutilado. Quem vai de norte a sul do país passa em por este estado, que, em vista disso, constantemente atende acidentados de outros estados, socorridos em seus hospitais.

O mineiro realmente é calado. Esse orgulho e essa cabeça baixa.


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A LEITURA, PARA ONDE VAI? AMEAÇAS?

  • 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro, aponta pesquisa Retratos da Leitura. Há pessoas que nunca entraram numa livraria.
  • O livro muda de forma. Quem não se adapta desaparece. Existem várias formas de leitura sem ser pelo formato em livro.

Acordaram? Um sono intempestivo e alucinante, inacreditável.


E as grandes bibliotecas? E os estoques incomensuráveis  nas livrarias esperando compradores? E os prejuízos financeiros? E as Bienais do Livro? Salva vida? Marketing em extinção. Prejuízos.

A tecnologia não quer saber de nada, quer apenas passar por cima e ir à frente. Chore quem quiser. Acusam os jovens de desinteresse. Acusam a falta de tempo dos adultos. Acusam os analfabetos funcionais. Devem acusar o tempo. OH TEMPUS, OH MORES. O tempo passa. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Acabam-se as cartas. Acabam-se os cartões postais. Acabam-se os telegramas. Acaba o telefone fixo. Acabam as listas telefônicas. As enciclopédias transformaram em paginas virtuais.

Tudo se transforma. Dos gravadores e fitas cassete aos vídeos e à televisão. Tudo sob controle da tecnologia. E o cinema? Tudo ameaçado. O gosto do público, o tempo disponível, o excesso de fontes de informação e rapidez da comunicação. Vale lembrar que a maior velocidade da comunicação no mundo era feita pelo cavalo. Mesmo no século 19. E Moisés, Abraham e Jacob viveram nas mesmas condições de D.Pedro I no Brasil.
E os jornais e revistas? Dias contados. Quando o jornal e a revista chegam às mãos, as notícias já estão velhas. Quer mais?

Não precisa ficar sentado para deparar com alterações no comportamento da humanidade pela tecnologia. Até chuvas ela já faz, agora só falta criar um meio de teletransporte. Mas a qualquer dia desses, isso pode acontecer.

E as religiões? Cada dia uma nova modalidade religiosa. Umas concorrendo com as outras. E os dogmas? Caem um a um. Salve-se quem puder. Novos paradigmas. Até o inferno foi cortado dos castigos e torturas pós-morte. E Satanás? Perdeu o emprego? Grande número de demônios está no seguro desemprego. E os pecados mortais e veniais? 

Liberação total. Valem apenas a educação de base e o Código Penal. Mesmo assim, desatualizados. Por enquanto, somente a morte é inevitável, o número de idosos é surpreendente. 

Morrer ficou mais raro.



domingo, 27 de agosto de 2017

AOS CINQUENTINHAS


Antes, a Semiótica – palavrão que significa “a voz da natureza” – pois a natureza fala, grita e até se desespera. Mas há pessoas que não escutam, não traduzem e nem decodificam nada. 




Se o tempo escurece de repente, é sinal de que pode chover. Onde há fumaça, há fogo. Eis o beabá. São indícios ou sinais da natureza. A fome, a sede, a dor são vozes do corpo. O cansaço e o estresse são vozes do corpo. São indícios que clamam. Mesmo assim, há surdos, mudos, cegos e, sobretudo analfabetos, que não traduzem nem interpretam e nem atendem esses clamores.
Eis a questão, indícios.

Se o seu carro tem um barulho diferente, o motorista para e verifica a sua voz. No radiador põe água. Óleo no motor. Troca-se o pneu. Mas um motorista inapto pisa no acelerador com mais vontade, força o carro a andar e ele funde o motor.

O cinquentinha já aprendeu o que tinha que aprender. Já deu o que tinha que dar. Está na hora de tirar o pé do acelerador. Não significa estacionar seu carro. Significa dar mais atenção a ele. Já não é um carro novo. É um seminovo. Isso significa que é também um carro semivelho.

Quem não se adapta desaparece.

A natureza fala. A musculatura do corpo desgasta. O cérebro esquenta e exige pulos e saltos. Pode ser um salto maior do que as pernas. Cada ser humano tem a sua biografia construída e armazenada no seu arquivo interno. Perdê-la de um momento para outro não custa nada. Ouvir a natureza, escutar atentamente as vozes do corpo. Interpretar e dar cuidado a elas. Ter pena do seu corpo. Cuidar é preciso. Dever de cada um. Cuidar da sua casca. Uma casca de porcelana.

Jogar sua biografia no lixo? Depois de tanto sacrifício, de vitórias e conquistas? De erros e fracassos? De experiências de vida? Pensar bem é preciso. Além disso, todo comportamento é positivo. Quer dizer que cada um faz o que quiser de sua vida. Hitler não cometeu nenhum deslize, segundo sua consciência. Truman não pensou duas vezes ao autorizar o lançamento da bomba atômica. Um senador não jogou no lixo a sua brilhante biografia, num momento inesperado, colocando-se dentro de uma simples arapuca? Estes são suicídios programados a longo prazo. Todos evitáveis.


A música toca para todos. Dança quem quiser.   

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

TABAGISMO NO BRASIL

O hábito de fumar está relacionado com o campo afetivo/emocional e não com o cognitivo. Conhecer os males provenientes do tabagismo não é suficiente para que o fumante deixe o hábito. Nem o custo, nem as despesas serão suficientes. Depende da vontade do fumante. Depende apenas de uma decisão interna. A força de vontade depende de si mesmo.




Quem viajava em transportes coletivos, seja de avião, trem ônibus ou outros meios, tinha liberdade para fumar livremente, confortavelmente em suas poltronas. Com o desenvolver da viagem, o veículo parecia uma grande chaminé em fumaças e odores. “Salve-se quem puder”. Alguns passageiros, mais sensíveis ao possível incômodo causado aos outros, perguntavam, gentilmente:
- Incomoda-se se eu fumar?
- Fique à vontade.
Ninguém ousava repelir ou reclamar. Os não-fumantes se debatiam e se salvavam como podiam. Ou não podiam. Alguns cobriam o rosto com outras roupas disponíveis e ao término da viagem, ao chegar a casa, teriam que trocar de roupa e tomar um banho de imediato. O bafo do cigarro e suas fumaças e odores refletiam por toda parte. Eram os fumantes passivos, sujeitos aos mesmos resultados danosos dos fumantes.

Lei antifumo no Brasil - A partir de 3 de dezembro de 2014, passa a valer em todo o país a chamada Lei Antifumo que proíbe, entre outras coisas, fumar em ambientes fechados públicos e privados. A estimativa é que as novas regras influenciem os hábitos de 11% da população brasileira, composta por fumantes.
A Lei 12.546, aprovada em 2011, mas regulamentada em 2014, proíbe o ato de fumar cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como halls e corredores de condomínios, restaurantes e clubes – mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.
Em caso de desrespeito à norma, os estabelecimentos comerciais podem ser multados e até perder a licença de funcionamento.
Houve fumantes que não acreditaram em ser viável essa proibição, em nível nacional e puseram descrenças e objeções, quanto às liberdades individuais. As reações contrárias a essa lei foram muito fortes e constantes. Entretanto, apesar de tudo, o Brasil tornou-se diferente de outras nações do mundo. A lei não foi para brincadeira e o povo acolheu finalmente as recomendações quanto à saúde da população, a peso de multas pesadas.
O brasileiro que visite outro país qualquer, mesmo que seja da América Latina, se assusta com o comportamento das pessoas quanto ao hábito de fumar em qualquer espaço. 
No Brasil, em caso de desrespeito à norma, os estabelecimentos comerciais podem ser multados e até perder a licença de funcionamento. Agora é proibido fumar em locais parcialmente fechados em qualquer um de seus lados por uma parede, divisória, teto ou toldo. Os estabelecimentos serão fiscalizados, poderão receber advertência, multas que podem chegar a R$ 1,5 milhão (descumprimento das normas sanitárias) e até mesmo serem interditados e terem sua autorização de funcionamento cancelada. A Lei vale também para áreas comuns de condomínios e clubes.
O Ministério da Saúde anunciou a regulamentação da Lei Antifumo, que estabelece ambientes fechados de uso coletivo 100% livres de tabaco. O objetivo é proteger a população do fumo passivo e contribuir para diminuição do tabagismo entre os brasileiros.
De acordo com a nova regra, está proibido o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, mesmo que o ambiente esteja só parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou até toldo. A norma também extingue os fumódromos e acaba com a possibilidade de propaganda comercial de cigarros até mesmo nos pontos de venda, permitindo somente a exposição dos produtos, acompanhada por mensagens sobre os malefícios provocados pelo fumo. A lei não restringe o uso do cigarro em vias públicas, nas residências ou em áreas ao ar livre.
Em vários países do mundo como China, Índia, Estados Unidos e Rússia, o tabagismo, tem alta prevalência. Calcula-se que a mortalidade mundial aumentou cerca de 5% nos últimos anos. Estima-se que um em cada quatro homens e uma em cada 20 mulheres fumem hoje em dia. Aproximadamente 80% dos tabagistas vivem em 24 países, sendo dois terços em países de baixa e média renda onde a carga das doenças e mortes relacionadas ao tabaco é ainda mais frequente. Estima-se também que os fumantes atuais consumam cerca de seis trilhões de cigarros todos os anos. O consumo de tabaco no mundo vem crescendo em países em desenvolvimento e reduzindo em países desenvolvidos.


Referências bibliográficas
http://www.blog.saude.gov.br/